O ARTISTA

Ouça a pianista Juliana Steinbach enquanto navega ♫ ♩♫♭  ♫ ♪ ♫ …

Fale com o artista: (83) 86609282

e-mail: brunosteinbachsilva@gmail.com

                        

www.twitter.com/bruno_steinbach

PERFIL DO ARTISTA

Bruno com os pais, Isaias Silva e Marieta Steinbach Silva. BRUNO STEINBACH SILVA nasceu no dia 27 de agosto de 1958, na cidade de João Pessoa, Paraíba, Brasil. Neto de Alemães e de Portugueses, filho de pai paraibano e de mãe baiana, com tempero bem brasileiro. Dedicou-se logo cedo à pintura, como autodidata. Em 1976 realizou sua primeira exposição de pintura, na Galeria Pedro Américo, da Universidade Federal da Paraíba (João Pessoa-PB). Em 1977 ganha o prêmio de melhor pintura na Coletiva Universitária de Artes Plásticas da Paraíba, no Museu de Arte Moderna de Campina Grande-PB. No mesmo ano, ingressa no curso de Licenciatura Plena em Letras e, posteriormente, no de Bacharelado em Filosofia Plena, ambos na UFPB.

Em 1978 realiza sua primeira exposição individual na Reitoria da UFPB, com desenhos e gravuras onde a temática social era um claro protesto contra o regime militar da época.
Em 1998 realizou uma exposição individual de grande repercussão no meio sócio-cultural do Rio Grande do Norte, a Mostra “Nômades Amantes do Tempo” (Pinturas Eróticas), que inaugurou a Galeria de Arte do Museu Municipal de Mossoró. As matérias positivas publicadas nos jornais, quase que diariamente, levaram-no a ser convidado para expor as obras na Capitania das Artes, Fundação Cultural da Prefeitura de Natal.
Bruno Steinbach. "A Obsessiva Saudade de Hariel". Acrílica/duratex, 136,5x121,5 cm, 1998, Mossoró, Rio Grande do Norte, Brasil. Coleção: Bruna Chaves Steinbach Silva. João Pessoa, Paraíba, Brasil. Catálogo 75.             France, Bruno Steinbach,Vingt-un Rosado Maia e Anabela Rosado Maia, durante a abertura da exposição "Nômades Amantes do Tempo", no Museu Municipal de Mossoró, Rio Grande do Norte, Brasil. 1998.            Abertura de "Nômades Amantes do Tempo". Fundação Capitania das Artes, 1998, Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. O artista com France, professores e a presidenta da fundação, Isaura Amélia Rosado Maia.

Bruno Steinbach. "Presidente Epitácio Pessoa" . Óleo / tela, 210 x 164 cm, 2002, João Pessoa, Paraíba, Brasil. Acervo da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba. Catálogo dos Retratos  (18).  Em 2002, pinta o retrato do Presidente Epitácio Pessoa, obra inaugurada em sessão solene no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, onde foi instalada. Bruno é convidado a ocupar a tribuna da Casa, onde faz um discurso sobre a vida de Epitácio Pessoa e é aplaudido de pé pelos presentes. Em 2002, pinta o retrato do Presidente Epitácio Pessoa, obra inaugurada em sessão solene no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, onde foi instalada. Bruno é convidado a ocupar a tribuna da Casa, onde faz um discurso sobre a vida de Epitácio Pessoa e é aplaudido de pé pelos presentes. No mesmo ano, pinta o retrato do Deputado José Mariz, para o Plenário do qual é o Patrono.

Em 2004 realiza a exposição retrospectiva “Steinbach 30 anos de Pintura”, com cerca de 50 obras, do primeiro quadro a óleo à atualidade, no Casarão 34, Centro Cultural de João Pessoa. Um sucesso! 
                        
Em junho de 2006 é convidado a participar da Exposição Coletiva de Pintura “Artistas Brasileiros 2006”, mostra organizada pelo Senado Federal, objetivando catalogar e expor os artistas (pintores) mais expressivos da atualidade em seus respectivos Estados. Bruno foi representando a Paraíba. A exposição foi no Salão Negro do Congresso Nacional, com abertura presidida pelo Presidente do Senado, Renan Calheiros, em solenidade muito prestigiada pela sociedade em geral e pelo corpo diplomático sediado no Distrito Federal. O evento foi um sucesso, com a participação de 60 artistas de todo o Brasil e cerca de 10.000 visitantes. Esse evento abriu-lhe novos horizontes profissionais, tanto no Brasil como no exterior.
    Renan Calheiros com sua Esposa, Maranhão e  Bruno Steinbach, durante a abertura da exposição "Artistas Brasileiros 2006". Brasília - DF, Brasil.      Elza Lopes,Deputado Michel Temer,Bruno Steinbach e Erica Chianca, durante almoço oferecido ao artista no Piantella, após a abertura da exposição "Artistas Brasileiros 2006". Brasília - DF, Brasil.          
Especialista na pintura a óleo/tela, Bruno é um artista estilisticamente nômade, percorrendo todos os lugares que a sua imaginação criadora permite, sempre buscando o aperfeiçoamento e criando novas técnicas, mostrando a beleza do seu requinte profissional, seja nos retratos ou nos quadros sensuais, nas paisagens ou nas naturezas mortas. Seu nome é citado em livros e há inúmeras reportagens sobre sua vida em revistas e jornais do Brasil. Os quadros de Steinbach adornam paredes sofisticadas da Europa, Estados Unidos e Canadá, integrando coleções particulares dos aficcionados da arte.
Hoje reside em João Pessoa, Paraíba, onde possui ateliê de pintura e continua vivendo unicamente de sua arte, que mostra regularmente em viagens pelo Brasil. 
 
      Entrando de gaiato no desfile de 7 de setembro em Gramame, Paraíba, Brasil. 1964.     
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O ARTISTA, POR ELE MESMO

Bruno e o quadro "Abraço" ( 2007).

O MERCADOR DE ILUSÕES

Mercador de ilusões,
sorvendo cores e aspirando ideias, orvalhando emoção.
Atrevido artista nômade, encantado pela musa linda e querida…
Pescador de sonhos e visões,
navegando na fantástica e invisível arca da inspiração.
Alegre caçador de fantasias, vivendo o amor e comendo a vida …

Sei de onde vim, estou aprendendo o que sou e sei para onde vou!
Sou trineto de um Padre (José Antônio Marques da Silva Guimarães, deputado provincial por quatro mandatos e vigário da cidade de Sousa , sertão da Paraíba, por quarenta e oito anos , que, sem abdicar de suas funções sacerdotais, desposou Maria da Conceição Gomes Mariz, em 1838, de cuja união nasceram catorze filhos). Meu avô materno é o alemão Walter Julius César Steinbach (casado com a baiana de Feira de Santana e filha de portugueses Elvira Ferreira Steinbach ) e o avô paterno é o “Coronel” sertanejo Basílio Pordeus Silva (casado com a neta do vigário, Joana -Geni- Ferreira Rocha). Finalmente, sou filho de um paraibano e de uma baiana (o médico Isaias Silva e Mariêta Steinbach Silva).
Toda essa mistura genética e esse verdadeiro pirão geográfico e cultural me tornaram um artista estilisticamente nômade, a vagar pelos próprios caminhos e veredas, na solitária e abnegada busca da sua identidade enquanto ser humano e artista , sem desprezar os valores da sua terra e da sua gente, contudo jamais se deixando apanhar pela ardilosa tentação dos regionalismos ingênuos e estereotipados que tantos limites e fronteiras nos impõem, pois, mais que paraibano ou nordestino ou brasileiro, sou apenas um terráqueo com as raízes aéreas se espalhando e se nutrindo por toda a Terra.
Como um alquimista, aprendi a enfrentar as adversidades, vencê-las e transformá-las em energia estimulante para novos desafios. Como um xamã, é na pintura e na “boêmia” que encontro a matéria prima que me possibilita essa fascinante aventura, entre a agonia e o êxtase, um cigano amante do tempo em alucinante viagem rumo ao conhecimento e a excelência, como meio de transmitir de forma simples, honesta e duradoura aquilo que realmente importa na vida – a emoção, o amor.
Fiel a minha própria verdade, nunca me preocupei com tendências estéticas da hora, com as suas “panelas” repletas de elucubrações inócuas e abstratas, seguidas de polêmicas discussões que se prolongam até o inferno esfriar, quando e onde a vaidade e a arrogância se escondem disfarçadas em supostas ideias originais. Refugiei-me em minha caverna, longe desses quixotescos e às vezes dantescos revolucionários e de seus discursos; Troquei a conversa fiada pela atitude, o verbo pela imagem.
A internet possibilitou-me a estreia no mundo virtual como um artista sonhador e solitário na sua arte, soltando “esse grito que é a revelação desse infinito que trago encarcerado em minh’alma”… Sim, estou muito feliz por saber que o que pinto e escrevo está sendo visto por pessoas do mundo inteiro. Satisfeito pelo êxito dessa jornada, chegando até o centro do objetivo de toda essa trajetória: o seu coração! E isso me estimula e me impulsiona para o alto, acima do muro erguido pelo mesquinho estabelishement e pelos seus hipócritas servos, transgredindo suas normas de invisibilidade mas me mantendo com os pés no chão. A isso eu chamo de crescimento, de superação…
A arte é a materialização do mundo espiritual, o artista o seu alquimista. É assim desde os tempos primevos, com os xamãs artistas em suas cavernas, intérpretes e mensageiros do Divino. A Arte está acima do humano, do material, do mero objeto de manipulações. Portanto, a opinião “responsável” da crítica e o apoio “oficial” não me interessam…
Dessa “Torre de Babel” em que se transformou o mercado de arte e dessa “crítica” eu quero distância. Sempre fui independente, eu mesmo divulgo e vendo o que pinto, sem intermediários e sem precisar da aprovação de nenhum “curador” pedante. Pinto o que quero, quando quero e para quem eu quero. Tenho um público de amigos fiéis que sempre patrocinam os meus projetos, o que me permite viver modesta e decentemente sem necessitar estar “passando o bajulador chapéu” pelas instituições do governo, pois não tenho a menor vocação para “bobo da corte”… O que quero é ver alguém ardendo no fogo que eu próprio ateei! As obras criadas por mim, ou através de mim, não são objetos de decoração. Tampouco dependem de complicados conceitos para serem captadas pelos sentidos do observador. O que pinto são emoções materializadas em imagens duradouras para serem guardadas, muito bem guardadas, na memória e no coração das pessoas.
Pessoas como você, que está aqui agora!

Bruno Steinbach Silva, Cabo Branco, Paraíba, Brasil.

THE ARTIST

BRUNO STEINBACH SILVA was born on August 27, 1958, in João Pessoa, Paraíba, Brazil.
Descendant of Portuguese and German grandparents, son of Brazilians, Bruno is an artist with a Brazilian seasoning mixture.
He devoted himself to painting early on, as an autodidact. In 1976 his first exhibition of paintings at the Galeria Pedro Américo, Federal University of Paraíba (João Pessoa). In 1977 wins the prize for best painting at the Visual Arts Collective University of Paraíba, the Museum of Modern Art in Campina Grande-PB. In the same year, he entered the course of Full Degree in Arts and later in the Bachelor of Philosophy Plena, both in UFPB.
In 1978 he directed his first solo exhibition at the Rectory UFPB, with drawings and engravings where social issues was a clear protest against the military regime of the time.
In 1998 he completed a solo exhibition of great impact on the socio-cultural environment of Rio Grande do Norte, the Exhibition “Nomads of Time Lovers” (Erotic Paintings), who inaugurated the Art Gallery of the Municipal Museum of Mossley. The positive material published in newspapers almost daily, led to him being invited to exhibit works in the Province of Arts, Cultural Foundation of the City of Christmas.
In 2002, paints a portrait of President Pessoa, the work opened in a formal ceremony in the plenary of the Legislative Assembly of the State of Paraíba, where it was installed. Bruno is invited to occupy the rostrum of the House, where he makes a speech about the life of Pessoa and is a standing ovation by those present. That same year, paints a portrait of Mr Jose Mariz, to the Plenary of which is the Patron.
In 2004 held a retrospective exhibition “Painting Steinbach 30 years, with around 50 works, the first oil painting to the present, the Mansion 34, Centro Cultural de João Pessoa.
In June 2006, is invited to participate in the Group Exhibition of Painting “Brazilian Artists 2006” exhibition organized by the Senate, in order to catalog and expose the artists (painters) of the most significant news in their respective states. Bruno was representing the Paraíba. The exhibition was at the Black Hall of Congress, with opening presided over by the Senate, Renan Calheiros, a very prestigious ceremony in the society and the diplomatic corps based in the Federal District. The event was a success, with the participation of 60 artists from all over Brazil and around 10,000 visitors. This event opened her new professional horizons, both in Brazil and abroad.
Specializes in oil painting on canvas, Bruno is an artist stylistically nomadic, traveling all over the place that lets your creative imagination, always aiming at improving and creating new techniques, showing the beauty of its refinement professional, whether in erotic works, in portraits or in landscapes.
His name is mentioned in books and
there are many publications about his life and his work in magazines and newspapers in Brazil.
The artwork of Bruno Steinbach integrate sophisticated private collections in Europe, the United States and Canada.
Now lives in João Pessoa, Paraíba, Brazil, where he has his studio painting and continues living solely from their art, which
Exhibitions regularly travels in Brazil.

Joao Pessoa, Paraíba, Brazil, 2011.

ATELIÊ

João Pessoa, Paraíba, Brasil. 2011. brunosteinbachsilva@gmail.com   (83) 86609282

EM MUDANÇA PARA NOVO ENDEREÇO…

veja imagens do ateliê

Ateliê: Bruno pintando João & Maria (2010).

A MINHA CIDADE

Bem-vindo à JOÃO PESSOA, Capital do Estado da Paraíba.
Onde o sol brilha primeiro!

“Cabo Branco, Opus II”. Bruno Steinbach, infogravura/papel couchê, 29,7 x 42 cm, 2008.

Cidade histórica fundada em 05 de agosto de 1585,  com a criação do Forte do Varadouro às margens do Rio Sanhauá, João Pessoa se encontra entre os mangues que margeiam este afluente do rio Paraíba e o mar. Seu centro histórico é marcado pela acentuada integração com o meio ambiente, em local de privilegiados atributos naturais: relevo suave, clima tropical e vegetação exuberante – onde se revela a alternância entre manguezais e coqueirais, com florestas de mata atlântica. João Pessoa possui aproximadamente 600 mil habitantes. Possui muitos atrativos turísticos, como as praias, parques urbanos, construções históricas, museus, galerias de arte… Celeiro de artistas e dona de um rico artesanato, é uma cidade verde, que está entre as mais arborizadas do mundo. Já foi domínio de indios potiguares e colonizadores franceses, holandeses e portugueses no passado, tendo sido chamada de Nossa Senhora das Neves, Filipéia, Frederikstadt e Parahyba.

“O Sanhauá e a Basílica de Nossa Senhora das Neves”. Bruno Steinbach Infogravura esboço, 2008.

A cidade se desenvolveu a partir de dois núcleos principais: o Varadouro e a Cidade Alta, ligados pela Ladeira de São Francisco. O Porto do Capim foi criado em águas fluviais para escoar a produção local, principalmente o açúcar de exportação. Ao seu redor, estabeleceu-se a importante região comercial do Varadouro, onde foram construídos armazéns e a alfândega. A partir de meados do século XIX chegaram as primeiras ferrovias e a antiga Estação Ferroviária foi instalada no local. No início do século XX, a ferrovia se expandiu em sentido norte até o porto da cidade de Cabedelo, desativando assim o Porto do Capim e interferindo na integração entre o rio e a cidade, o que causou o abandono da região.
“Porto do Capim com Canoa e Pescadores”.
Bruno Steinbach, Infogravura / papel couchê,  42 x 29,7 cm, 2009.Paraíba, Brasil.

A Cidade Alta se formou ao redor da igreja matriz e lá se instalaram as primeiras residências da elite. Nesta área estão situados vários monumentos importantes, como o Museu de Arte Sacra da Paraíba, localizado no Conjunto da Ordem Terceira de São Francisco; o Teatro Santa Roza, o terceiro mais antigo do Brasil, todo revestido internamente de madeira Pinho de Riga; e a Biblioteca Pública Estadual, exemplar do ecletismo do final do século XIX. No século XX, o comércio de padrão médio e alto migrou para a Cidade Alta, causando a valorização dos terrenos.

"Basílica de Nossa Senhora das Neves". Bruno Steinbach.Óleo / tela,  50 x 70  cm,  2006,  João Pessoa, Paraíba, Brasil. “Basílica de Nossa Senhora das Neves”.
Bruno Steinbach.Óleo / tela,  50 x 70  cm,  2006,
João Pessoa, Paraíba, Brasil.

O TOMBAMENTO

O tombamento do centro histórico foi motivado por seus valores históricos – por ser uma das primeiras cidades fundadas no Brasil, depois de Rio de Janeiro e Salvador; paisagístico – as edificações compõem um cenário que integra a vegetação de mangue ao rio e ao mar – e artístico, por congregar construções de diferentes estilos e épocas.  O centro histórico de João Pessoa foi inscrito nos seguintes Livros do Tombo: Histórico e Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. A área abrange um sítio de 370 mil m2, compreendendo boa parte dos bairros do Varadouro (Cidade Baixa) e da Cidade Alta. Ao todo 502 edificações serão preservadas, em 25 ruas e seis praças, bem como o antigo Porto do Capim, local de fundação da cidade. Na área demarcada, o traçado urbano ainda se mantém original. Esses imóveis representam e fazem parte dos 422 anos de história da terceira cidade mais antiga do país, e são prédios representativos dos vários períodos da história de João Pessoa: o barroco da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco; o rococó da Igreja de Nossa Senhora do Carmo; o estilo maneirista da Igreja da Misericórdia; a arquitetura colonial e eclética do casario civil; e o art-nouveau e o art-déco, das décadas de 20 e 30, predominantes na Praça Anthenor Navarro e no Hotel Globo.

Vista da Igreja de São Frei Pedro Bento Gonçalves (Crepúsculo)".Infogravura/papel couchê, 29,7 x 42 cm, 2007. Paraíba, Brasil.

Vista da Igreja de São Frei Pedro Bento Gonçalves (Crepúsculo)”.

Infogravura/papel couchê, 29,7 x 42 cm, 2007.

Paraíba, Brasil.

“Balaustrada das Trincheiras”.
Bruno Steinbach. Infogravura / papel couchê,  29,7 x 42 cm, 2008.
Paraíba, Brasil.
Ponto mais oriental das américas, a cidade é também notável pelo clima tropical, por ser a maior em economia (indústrias, comércio e serviços) e arrecadação de impostos para o estado, pelas suas praias e pelos vários monumentos de arquitetura e arte barroca.
Durante a ECO-92, a conferência da ONU sobre o meio ambiente, João Pessoa recebeu o título de segunda cidade mais verde do mundo (segundo um cálculo baseado na relação entre número de habitantes e a área verde, a cidade perderia apenas para Paris).
Bruno Steinbach. "Ponta do Cabo Branco, opus IV". Acrílica/tela, 144 x 270 cm, abril de 2012. João Pessoa, Paraíba, Brasil. Acervo: SESC PARAÍBA (Centro de Turismo e Lazer do Sesc Paraíba, av. Cabo Branco, João Pessoa, Paraíba, Brasil). Próximo à Praia do Seixas, ponto mais oriental das américas, localizado na cidade de João Pessoa, estado da Paraíba, nordeste do Brasil. "Onde o sol nasce primeiro e os amantes se encontram".Bruno Steinbach. “Ponta do Cabo Branco, opus IV”. Acrílica/tela, 144 x 270 cm, abril de 2012. João Pessoa, Paraíba, Brasil. Acervo: SESC PARAÍBA (Centro de Turismo e Lazer do Sesc Paraíba, av. Cabo Branco, João Pessoa, Paraíba, Brasil).
Próximo à Praia do Seixas, ponto mais oriental das américas, localizado na cidade de João Pessoa, estado da Paraíba, nordeste do Brasil. “Onde o sol nasce primeiro e os amantes se encontram”.
A Estação Cabo Branco Ciência, Cultura & Artes. Um projeto de Oscar Niemeyer, localizada no Cabo Branco, o ponto mais oriental das américas.

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